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NUNCA copie/roube/falsifique qualquer coisa daqui. Tudo que está sendo postado aqui é de minha autoria. Caso pegue algo, por favor deixar meus devidos créditos.
O OW é destinado a resenhas,indicações e divulgações de livros. Para contatos: owbook@hotmail.com . ENJOY!

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Web: Opostos / Prólogo
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010 @ 07:34

Gente eu finalmente criei coragem para postar minha web aqui para vocês. :$
Quero pedir desculpas se vocês encontrarem erros de português. Não criei coragem para revisar.
Er, também quero pedir compreensão porque essa é a minha primeira web :$²
E repetindo: caso vocês queiram ver sua web aqui no blog, é só enviar para o email: owbook@hotmail.com
Ok, to enrolando muito --'
Vaamos lá:

A web Opostos será postada toda segunda e é de minha autoria.


Info.
Nome da Web: Opostos
Classificação: +16
Gênero: Drama, fantasia, romance,ação
Avisos: linguagem imprópria, sexo, álcool.
Sinopse: Caled era um anjo da guarda cumprindo sua missão na terra. Com um desvio do destino, ele se vê encarregado de sair de sua missão para ir para outra: espionar uma criatura poderosa que está colocando todos os anjos em alerta. Tudo estava indo bem exceto uma coisa que descobrira: a criatura que fora espionar era herdeira de Aaba, a verdadeira demônia da luxúria que fez todos os succubus e incubus, com um humano. Com a entidade da criatura descoberta, ele faz de tudo - sem se aproximar muito - para que a sua mais nova missão, de fazer com que ela reprima o seu demônio interior, seja bem sucedida. Mas o que Caled não sabia, era que de um modo ou de outro os opostos sempre se atraem

Misturando Romance e ação, a web opostos mostrará uma outra alternativa para 2012. Aqui você saberá porque 2012 teve fama de ser o fim de mundo. A propósito, nem todos podem sair vivos de uma luta entre o céu e o inferno.







Junho de 2001

É agora.

Pensou o homem, que corria com uma pequena garota chorando em seus braços.

Seus sapatos batiam no concreto fortemente mostrando o quão desesperado ele queria chegar lá.

O choro da criança ficava cada vez mais forte e insuportável de se escutar.

- Não me deixe. – Gritava a garotinha – Por favor, papai, fique comigo!

Lágrimas brotaram no olho do rapaz. Sua filha de apenas 5 anos estava ali pedindo por aceitação e o mais importante: amor.

- Eu não vou deixar você, minha querida. Você só vai passar um tempo com a tia Carly enquanto o papai vai viajar para trabalhar. –Mentiu com a garganta fechada.

- Papai, eu prometo ser boazinha. Eu ajudo com você para limpar a casa. Mas por favor, não me deixe como a mamãe me deixou. – Falou entre os soluços a pequena.

- Shhh – Tranquilizou o homem. – Está tudo bem. Você vai ficar bem.

A nuvem que antes estava limpa, agora jazia pequenas gotas de água.

Trovões abordaram as ruas silenciosas enquanto os dois pararam na frente de uma casa. Andando por entre a grama, via-se uma placa presa onde dizia Abrigo dos Neols.

O homem colocou a sua filha no chão e correu para tocar a campainha enquanto a pequenina lhe seguia.

- Papai! Por favor, eu não quero ficar aqui! – Gritou a menina tremendo os seus lábios avermelhados.

- Você precisa. – Falou o pai derrotado.

Com a mesma velocidade que o homem tocou a campainha, a porta foi aberta e uma senhora de cabelos grisalhos saiu por ela.

- Mas o que diabos está acontecen—

- Olá Carly – Falou o homem interrompendo-a.

- Horácio – Acenou a grisalha, surpresa – O que você está fazendo aqui?

A pequena, que antes gritava, veio ficar entre seu pai e a velha.

Horror perpassou no rosto da mulher quando sua vista bateu na garotinha.

- Essa é...

- Sim. – Falou o homem destemido – essa é minha filha.

- Tire ela daqui- Falou a velha cerrando os dentes – eu não quero aqui uma filha de uma –

- Filha de uma o quê, Carly? – Ameaçou o homem- Ela é minha também! Eu preciso que você cuide dela. Sei que as outras crianças aí poderão ser bons amigos para ela. Ela precisa conhecer o amor para que nada da herança da mãe a atinja.

- E por que você não dá esse amor que ela precisa, Horácio? Sabe, ela vai querer a presença paterna na vida dela.

Um silêncio desconfortável veio da parte dele.

Enquanto as dolorosas palavras da senhora presente na porta o atacavam, a pequena criatura, pela primeira vez desde que Carly aparecera, falou.

- Papai do que vocês estão falando? Eu quero ir para casa e não quero ficar com essa daí – Falou com os olhos marejados tomados pela fúria.

- Anita- Repreendeu o pai – Conheça a tia Carly. Ela vai cuidar de você enquanto estarei ausente.

- Eu quero ficar com o senhor! – Gritou desesperada.

- Horácio, Deus me castigará se eu prometer de cuidá-la. – Falou Carly em um sussurro, ignorando os protestos de Anita.

- Não. Ele não vai. Como eu disse: ela é minha filha também, Carly. Sou um rapaz humano! Eu tenho fé. Sabe o quão forte isso me deixa? – Horácio falou elevando sua voz.

- Forte de chegar ao ponto de abandoná-la? – Perguntou a senhora irritada.

- Eu não estou abandonando-a completamente. E estou falando que sou forte religiosamente. - Rosnou o rapaz.

- Isso não muda o fato dela ser filha de —

- Muda. Porque minha filha não teve culpa de ser uma anomalia. A mãe dela me enganou! – Falou Horácio com determinação.

A senhora pensou sobre o assunto. Derrotada, ela suspirou.

- Se é assim – Ela divagou - você pode contar comigo. Cuidarei dela.

A pequena garota olhava para os dois incerta, sem saber sobre o quê eles estavam falando.

Horácio tremeu de alívio.

- Obrigado, Car – Disse citando o apelido carinhoso que dera a ela quando antes era um menino – Assim quando eu estiver recuperado da partida da mãe dela... Eu a buscarei.

- Sim, eu entendo – Falou Carly levemente. – Eu serei sua guardiã e não deixarei ninguém adotá-la.

- Não seria melhor se alguém a adotasse? Isto é, caso eu não volte.

- Horácio, ninguém sabe o que essa menina faria se soubesse que seu pai a deixou no orfanato prestes a ser adotada por outra pessoa. Além disso, se ela convivesse com um casal por um tempo, eles saberiam que há algo de errado com ela. Adultos são mais perceptíveis a isso do que as crianças. E isso não seria o certo.

- Como a minha vida se tornou tão complicada, Car? – Perguntou o rapaz com lágrimas em seus olhos.

- Preciso mesmo te lembrar, querido? – Perguntou suavemente.

Pegando a mão da menina, a senhora levou-a para a entrada da casa, enquanto a criança se debatia para sair do aperto das mãos que a mulher lhe proporcionava.

- Me larga! Pai! Pai! – Berrava a pequena Anita- Por favor, não me deixe! PAI!

Com um último olhar para trás, o pai dirigiu seus olhos à criança que fazia de tudo para correr em sua direção.

- Eu a buscarei em breve, Anita.

- Isso é uma promessa papai? – Perguntou com lágrimas escorrendo pelo seu lindo rostinho.

Com um sorriso triste, o homem torna-se a virar de costas para a porta e para sua filha, deixando aquele espaço onde desespero e tristeza permaneciam presentes.

O que todos não deixaram de perceber, é que mesmo ele falando que a buscaria, ele nunca prometeu.



-


Olá people, pois bem vocês são os primeiros a ver essa minha web. (:
Algumas coisas estão confusas mas isso será explicado ao longo dos capítulos.

Beeijos,

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